Feira FBS
Frente complementar
Quando ativa no evento, a Feira FBS é um espaço gratuito e curado para artesãos e empreendedores criativos, com prioridade à economia solidária e às comunidades periféricas.
Impacto · cultura, acesso e memória
O principal impacto da FBS é a criação de uma infraestrutura recorrente para a cena — toda semana, no mesmo lugar, com gente de verdade.
01 · Impacto cultural
Um lugar onde artistas se encontram, testam repertórios, improvisam, conhecem outros profissionais e produzem registro de palco.
A constância semanal gera algo que festivais pontuais não conseguem produzir sozinhos: vínculo, memória e rede.
03 · Diversidade como prática
A diversidade é tratada como desenho de curadoria. O projeto reconhece a origem negra do blues e busca evitar que a presença de artistas negros, mulheres e pessoas LGBTQIAPN+ apareça apenas como exceção ou participação especial. Edições como As Manas no Blues e os eixos de protagonismo negro e feminino dão continuidade e materialidade a esse compromisso.
04 · Acessibilidade
10%
do orçamento de referência, em projetos incentivados
Em projetos incentivados, a FBS estruturou um pacote de acessibilidade equivalente a 10% do orçamento de referência. Ele inclui:
05 · Economia criativa
A residência gera cachês e demanda para:
Frente complementar
Quando ativa no evento, a Feira FBS é um espaço gratuito e curado para artesãos e empreendedores criativos, com prioridade à economia solidária e às comunidades periféricas.
06 · Acervo audiovisual e memória
A FBS trata foto e vídeo como parte do objeto cultural, não como mero registro promocional. O acervo documenta artistas, repertórios, encontros e a própria evolução da cena. Em projetos estruturados, cada edição pode gerar mini-documentário, fotografias tratadas, cortes para redes, vídeo integral ou registros temáticos.
07 · Formação de público
O público sabe que existe um encontro recorrente.
Convidados mudam, mas o formato mantém qualidade.
Músicos e público compartilham o mesmo espaço de forma menos hierárquica.
Fotos e vídeos fazem cada edição continuar existindo depois da noite.
A pessoa não vai apenas “ver um show”; vai encontrar uma comunidade.
Músicos, artistas, produtores, estudantes de música e apreciadores de música ao vivo, principalmente entre 25 e 45 anos — além de moradores do Sul da Ilha, público urbano central, frequentadores da orla e turistas culturais. Público regular de 150 a 400 pessoas por edição.
Casas, marcas e parceiros entram num projeto que acontece de verdade — com artistas, público, território e memória da cena.